20 a 22 de novembro · Colégio Imperatriz LeopoldinaTreine no padrão universitário americano.
Para atletas de 13 a 19 anos. Quadra o dia todo e, no fim, o caminho até uma bolsa nos EUA explicado para atleta e família.

Entra na quadra atleta. Sai sabendo o que fazer no ano que vem.
Cada posição tem um padrão de exigência lá fora, e o treino é feito em cima dele.
O que ele procura nos primeiros segundos, e como gravar isso com o celular.
Os pontos que o treino mostrou e o que priorizar na temporada que vem. Direção, não promessa.

Metas no quadro antes da primeira bola.
Todo mundo sabe o que está sendo cobrado e por quê. Manhã de fundamentos, tarde de jogo, correção na hora.
- Avaliação no início do dia
- Repetição com correção individual
- Decisão sob pressão em situação de jogo
O treino acaba. Atleta e pais sentam juntos.
Uma hora sobre como o caminho funciona: onde estão as vagas (D1, D2, D3, NAIA, JUCO), quando um treinador pode fazer contato, o que o inglês muda e quanto custa. No domingo, com os meninos, o mapa é o do masculino.

Rodrigo Gomes
O vôlei americano mostrou a ele um futuro além da quadra. Hoje ele mostra esse caminho a quem está onde ele estava.

- No BrasilFamília de baixa renda, baixo para a posição. Chegou aos grandes clubes e à seleção brasileira.
- A mudançaAprendeu inglês em menos de dois anos, passou no SAT e no TOEFL e entrou na BYU com bolsa. Sem agência.
- Do outro lado da mesaTécnico assistente na BYU. Depois técnico e diretor de camps e clínicas do Gold Medal Squared, rodando os Estados Unidos.
- O clubeNa NVVA, técnico, diretor técnico e, por 12 anos, CEO. 2.200 atletas por ano.
- Quem ensina os clubesPalestrante nas principais conferências de vôlei e de esporte de base dos EUA: NextUp (2022, 2023 e 2024), AVCA e JVA.

Ex-jogador profissional, defendeu a seleção brasileira e foi diretor técnico da NVVA, nos Estados Unidos. Hoje mora no Brasil e segue formando atletas.
O que é a Volleyball AcademyUm método que não depende de quem está apitando.
Em novembro, pela primeira vez, no Brasil.
Toda sessão abre com o porquê escrito. Quem entende a razão consegue repetir sem ninguém mandando.
O que funcionava em qualquer ginásio americano, com qualquer grupo: os princípios, a ordem de ensinar, a linguagem.
O método não depende de quem está apitando. Na segunda-feira, no clube de cada atleta, continua valendo.
Colégio Imperatriz Leopoldina, em Santana.
Ginásio coberto, piso de madeira e arquibancada para a família assistir o dia inteiro.
- Metrô
- Estação Santana (Linha 1-Azul), a 1,3 km. São uns 15 minutos a pé, ou 5 de ônibus a partir do Terminal Santana.
- Ônibus
- As linhas 1756-10 e 1757-10 saem do Metrô Santana e param na própria Rua Pedro Doll.
- Carro
- Estacionar na porta é difícil. Zona Azul nas ruas ao redor e estacionamentos pagos na Pedro Doll e nas vizinhas.


Quatro turmas. Cada atleta vem no seu turno.
Turmas pequenas: no máximo 18 atletas com o Rodrigo e o Manius em quadra.
Em qual turma se inscrever?
Como nos Estados Unidos, a turma sai da série cursada em 2026, não da idade.
- 3º ano do Médio
- turma 2027
- 2º ano do Médio
- turma 2028
- 1º ano do Médio
- turma 2029
- 9º ano do Fundamental
- turma 2030
- 8º ano do Fundamental
- turma 2031
Na inscrição você escolhe a série, e a turma sai sozinha.
- Sex 20/11feminino, turmas 2027 e 20282º e 3º ano do Médio em 2026Dia inteiro · 9h às 16hEscolher esta turma
- Sáb 21/11feminino, turmas 2029 a 20318º e 9º ano do Fundamental e 1º ano do Médio em 2026Dia inteiro · 9h às 16hEscolher esta turma
- Dom 22/11 manhãmasculino, turmas 2029 a 20318º e 9º ano do Fundamental e 1º ano do Médio em 2026Meio período · 9h às 12h15Escolher esta turma
- Dom 22/11 tardemasculino, turmas 2027 e 20282º e 3º ano do Médio em 2026Meio período · 12h45 às 16hEscolher esta turma
Sem letra miúda.
As primeiras 6 vagas de cada turma saem no lote fundador. Todo mundo leva o mesmo: treino, workshop, camiseta, certificado e fotos.
O que o camp não é
Não é peneira nem seletiva. Nenhuma universidade vai estar escolhendo atleta ali, e ninguém sai com bolsa prometida. É um dia para treinar no padrão americano e sair sabendo o próximo passo.
As perguntas que toda família faz
Precisa ter um nível mínimo?
Precisa jogar com regularidade, em clube ou escola. O camp serve para ver o nível de hoje.
Cada atleta treina na própria posição?
Sim. O treino é por posição, com o padrão que o americano cobra de cada uma.
O que levar?
Joelheira, garrafa de água e lanche. Tem uma padaria bem perto do ginásio.
Que roupa usar?
Roupa de treino. A camiseta do camp é entregue na entrada, e o treino é com ela.
A que horas chegar?
Até 30 minutos antes do início da turma.
E o almoço, nas turmas de dia inteiro?
Tem uma hora de almoço. Cada atleta traz o almoço de casa ou compra na padaria perto do ginásio. Menor de idade só sai do colégio no almoço com autorização do responsável, dada no cadastro.
Tem estacionamento?
Na porta do colégio só dá para parar rápido e desembarcar. Há vagas de Zona Azul nas ruas ao redor (ative pelo aplicativo) e estacionamentos pagos na própria Rua Pedro Doll e nas ruas vizinhas.
Posso deixar e buscar depois?
Pode. A gente cuida de todo mundo durante todo o treino.
Os pais podem assistir?
O dia todo, da arquibancada. E o workshop do fim do dia é para vocês também: cheguem pelo menos 15 minutos antes dele.
Vai ter gravação?
O evento terá câmeras, mas as gravações não são disponibilizadas.
Como recebo as fotos?
As fotos são entregues em formato digital.
E se não puder mais ir?
Devolvemos 100% do valor pago, inclusive a taxa do parcelamento, se o cancelamento for pedido antes do início da turma. Basta falar com a gente pelo WhatsApp ou pelo suporte@volleyballacademy.com.
E se o camp for cancelado?
Se o camp não acontecer, inclusive por não formar o número mínimo de atletas, devolvemos 100% do valor pago a todas as famílias. Nesse caso, avisamos com pelo menos 30 dias de antecedência.
Menor de idade, o que precisa?
A inscrição é feita por um responsável, com autorização de participação, uso de imagem e contato de emergência.
Vocês são uma agência?
Não. O Vôlei nos EUA é conteúdo e a VolleyBridge é uma plataforma. Quem dirige o processo é quem joga, com a família do lado.
São 18 vagas por turma. E três dias, uma vez no ano.
Quero minha vaga
Volleyball Academy Camp · 20 a 22/11 · São Paulo